Ainda assim, não restam dúvidas que matérias insólitas se escondem por detrás dessa faceta boa. Boa... Porque tu queres parecer bom. Mas tu deslizas nos teus próprios destroços, esses pedaços de carne que te caem ao chão, resultantes da tua própria incerteza. Aqueles que tu abandonas, que arrebatas do teu próprio corpo enquanto procuras pela tua forma ideal. Esses que preenchem o teu ser e o teu mundo de restos e de sangue imundo. E é quando deslizas, quando mostras o teu lado mais frágil que eu me apercebo de que algo realmente insólito e não resolvido se encontra presente.
És perigoso, mas eu sei... eu sei que tu sabes que eu sei. Que eu sei que tu és imundo.
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